No atual mundo acelerado da Internet, se você tiver um website que não possua uma rica funcionalidade e conteúdo atualizado, estará em desvantagem.
Até alguns anos atrás bastava uma ou duas páginas bonitas, um texto respondendo à pergunta Quem somos? O endereço e uma relação dos produtos/serviços comercializados. Uma vez publicado este site, denominado estático, era esquecido literalmente.
Esquecia-se, ou ainda não se sabia, naquela época, que o usuário da internet não navegava para ver páginas bonitas, mas estava à procura de informação e entretenimento.
Iniciou-se então a grande descarga de informações, inúmeros sites foram criados sobre os mais diversos assuntos (muitas vezes errados).
Com a enorme quantidade de conteúdo disponível surgiram os mecanismos de busca para ajudar o usuário e encontrar o que procura. Pela grande quantidade de informação disponível era previsível que as páginas de resultado apresentassem ate milhões de sites com o assunto desejado.
Hoje tanto o Google, quanto o Yahoo e os demais têm como foco principal a relevância. Isto quer dizer que, além do conteúdo abordar realmente aquele assunto, ele precisa ser referendado por outros sites e pelos usuários. Isto caracteriza a pertinência e o seu grau é que coloca este ou aquele site em posição de destaque.
Mas, de que adianta o site estar entre os primeiros 10 se após acessar a primeira página o usuário vai embora. Seria a mesma coisa que o cliente abrir a porta da loja e após ter dado dois passos, desse meia volta e fosse embora.
Os mais impetuosos poderiam justificar como "Ele entrou em loja errada". Sim, é possível, mas se isto se repetir por diversas vezes é claro que há algo errado.
Os grandes varejistas investiram milhões (e continuam investindo) para descobrir como fazer o consumidor entrar na loja e com os resultados da pesquisa desenvolveram diversas estratégias que vão desde a arquitetura até o cheiro (o objetivo é impactar os cinco sentidos), tudo para que ele "se identifique" com a loja.
Uma verdade já é do conhecimento de todos: As pessoas não freqüentam lugares com os quais não se identificam, tampouco compram em lugares onde não encontram o que procuram. Em resumo, querem suas expectativas atendidas.
Enquanto a loja física tem dificuldade em saber quantas pessoas passaram pela sua porta e não entraram, quantos entraram e nada compraram, qual era o real desejo e por fim, o principal de todos, porque não comprou. A internet tem a vantagem de poder responder a parte destas perguntas e criar facilidades para responder às outras.
As limitações de espaço e mão de obra, na maioria das vezes, são os principais motivos que impedem o comerciante de desenvolver estratégias promocionais que possam aproximar o seu negócio do potencial cliente. Limitações que não existem na web, pois além de proporcionar interatividade e estimular a aceitação da marca, permite estreitar o relacionamento e criar situações favoráveis de consumo, sem espaço e um mínimo de mão de obra.
Muitas são as vantagens da utilização da Internet como apoio na alavancagem dos resultados e seu sucesso depende, fundamentalmente, da integração do site nas ações promocionais do negócio e ser encarado como uma extensão dele.
Muitas empresas, para amenizar o impacto dos custos iniciais, solicitam aos parceiros uma verba inicial de divulgação em troca da veiculação de publicidade no site, ou exclusividade na página de abertura, ou em determinada categoria.